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O Q1/2026 mostra uma empresa em compressão silenciosa: lucro de R$ 124 mi se recuperou do fundo do Q4, mas receita, margens e — crítico — conversão em caixa seguem em deterioração estrutural.
Último trimestre: o que entregou
No Q1/2026 a receita líquida foi R$ 684 mi, lucro líquido de R$ 124 mi (margem líquida 17,9%) e EBITDA de R$ 310 mi. O lucro mais que dobrou contra o pífio Q4/2025 (R$ 51 mi), mas isso é base fraca, não força: contra o Q1/2025 (R$ 228 mi), o lucro caiu 46%. A receita de R$ 684 mi é a menor desde 2023T2 e vem encolhendo trimestre a trimestre desde o pico de R$ 861 mi (Q1/2025). E daí? O trimestre 'melhorou' só na comparação sequencial contra um Q4 deprimido; a tendência anual é claramente de queda.