Educação · Referência
Todo termo técnico do site, traduzido para o português do dia a dia. Busque a sua dúvida ou navegue pelas categorias — cada verbete explica o que é, por que importa e onde ele engana.
62 termos · 6 categorias · busca instantânea
Tudo aqui é gerado por inteligência artificial, sem revisão humana, e tem fim educacional — não constitui recomendação de compra ou venda.
Os números que medem a saúde e o preço de uma empresa.
Por que importa
É o jeito mais direto de ver se a empresa multiplica bem o dinheiro do dono. ROE alto e constante é sinal de máquina de fazer dinheiro.
Como ler
Pense numa régua: 8% é fraco, 12% é ok, 28% é excelente. Acima de 15% por vários anos seguidos é o que separa as boas. Vale ser alto E constante, não um pico isolado.
Cuidado
Pode ser inflado por dívida — empresa cheia de dívida parece brilhante e é frágil. Por isso olhamos sempre junto com o endividamento. ROE acima de 40% costuma ser distorção contábil, não talento.
Por que importa
Mostra se o negócio em si é bom, sem importar como foi financiado. É mais honesto que o ROE para comparar empresas.
Como ler
Acima de 10% indica uma operação que cria valor de verdade. A pergunta-chave: o ROIC supera o custo da dívida? Se sim, crescer enriquece o sócio.
Cuidado
ROIC abaixo do custo da própria dívida é uma armadilha: a empresa cresce e empobrece ao mesmo tempo.
Por que importa
Revela se a empresa é “leve” (gera muito com pouco ativo) ou “pesada” (precisa de muito investimento para girar).
Como ler
Acima de 5% é razoável. Banco e indústria pesada têm ROA naturalmente baixo (1%–2%); varejo e serviços, bem mais alto.
Cuidado
Só compare ROA entre empresas do mesmo setor — a base de ativos muda demais de um ramo para outro.
Por que importa
Mede o poder de preço da empresa. Margem bruta alta costuma indicar marca forte ou produto difícil de copiar.
Como ler
Acima de 30% é confortável — mas varia muito: software passa de 80%, supermercado vive com 20%. Compare dentro do setor.
Cuidado
Margem bruta boa não garante lucro — ainda faltam pagar despesas, juros e impostos lá embaixo.
Por que importa
Mostra a saúde do negócio principal, limpa de efeitos financeiros e contábeis. Ótima para comparar empresas com dívidas diferentes.
Como ler
Acima de 20% é saudável na maioria dos setores. O sinal mais importante é a tendência: estável ou subindo trimestre a trimestre.
Cuidado
EBITDA ignora o desgaste dos ativos e a dívida — uma empresa pode ter EBITDA lindo e ainda assim dar prejuízo no fim.
Por que importa
Diz se a operação em si dá lucro, sem ajuda (ou peso) de dívida e tributos.
Como ler
Acima de 15% é positivo. Truque: a distância entre a margem bruta e esta aqui é o peso das despesas de administração e vendas.
Cuidado
Pode oscilar com gastos pontuais (uma demissão grande, uma multa). Olhe a tendência, não um trimestre solto.
Por que importa
É a linha de chegada: mostra quanto do que a empresa vende realmente sobra para os sócios.
Como ler
Acima de 10% é saudável (varia por setor). O que conta é ser positiva e consistente — é esta margem que usamos no “lucro por trimestre” do ranking.
Cuidado
Pode ser turbinada por ganhos que não se repetem (a venda de um imóvel, por exemplo). Desconfie de um salto isolado.
Por que importa
É a base do P/L e o jeito de comparar a rentabilidade de empresas com quantidades de ações diferentes.
Como ler
Esqueça o número solto e olhe a tendência: um LPA que sobe ano após ano é a marca de uma empresa que enriquece o acionista.
Cuidado
Pode subir só porque a empresa recomprou ações (menos ações dividindo o mesmo lucro), sem o negócio ter melhorado.
Por que importa
É o termômetro nº 1 de endividamento. Diz se a dívida está sob controle ou se virou uma bola de neve.
Como ler
Até 2x é saudável; de 2x a 4x exige atenção; acima de 4x preocupa. Negativo é o sonho: a empresa tem mais caixa do que dívida.
Cuidado
Em setores muito previsíveis (energia, saneamento) dá para conviver com dívida maior; em setores cíclicos, a mesma dívida é perigosa.
Por que importa
Mostra o quanto a empresa depende de dinheiro emprestado para funcionar.
Como ler
Abaixo de 1x a empresa deve menos do que vale para os sócios — confortável. Quanto mais alto, mais o resultado fica refém dos juros.
Cuidado
Dívida não é sempre vilã: com juros baixos e bom retorno, ela acelera o crescimento. O problema é o excesso.
Por que importa
Mede o fôlego de caixa — o risco de a empresa ficar sem dinheiro para tocar o dia a dia.
Como ler
Acima de 1,2 sobra folga. Abaixo de 1 acende o alerta: as contas de curto prazo já passam do que a empresa tem para pagá-las.
Cuidado
Banco e varejo (que recebem à vista e pagam a prazo) operam bem com liquidez baixa — é normal pra eles.
Por que importa
É a visão mais conservadora do fôlego de caixa, sem contar com vendas que talvez não aconteçam.
Como ler
Acima de 1,0 é positivo. Quanto mais perto da liquidez corrente, menos a empresa depende de vender estoque para honrar as contas.
Cuidado
Uma diferença grande entre liquidez corrente e seca denuncia estoque encalhado — comum em varejo e indústria.
Por que importa
Mostra se a empresa paga os juros com folga ou se eles estão sufocando o resultado.
Como ler
Acima de 3x é confortável. Abaixo de 1,5x é perigoso: quase todo o lucro está indo embora só para pagar juros.
Cuidado
Quando os juros do país sobem, esse número piora rápido para empresas endividadas — acompanhe a tendência.
Por que importa
É o medidor de preço mais famoso. Ajuda a sentir se a ação está cara ou barata em relação ao que a empresa lucra.
Como ler
De 5x a 20x é razoável para empresas maduras. Um P/L de 8 significa “8 anos de lucro para se pagar”; quanto menor, mais barata parece.
Cuidado
P/L baixo nem sempre é barganha — pode ser empresa em apuros. E não funciona para quem dá prejuízo (fica negativo ou sem sentido).
Por que importa
Compara o que você paga com o que a empresa “vale no papel”. Muito usado em bancos e seguradoras.
Como ler
Abaixo de 1 você paga menos que o valor de livro (pode ser desconto); de 0,5x a 3x é a faixa comum na maioria dos setores.
Cuidado
Empresa de marca e tecnologia vale muito mais que o papel (P/VP alto é normal); P/VP baixo pode esconder ativos que valem menos do que dizem.
Por que importa
É o múltiplo favorito dos profissionais porque leva a dívida em conta — compara empresas de forma mais justa que o P/L.
Como ler
Abaixo de 10x costuma ser atrativo para empresas maduras. Quanto menor, mais rápido a empresa “se paga” com o caixa que gera.
Cuidado
Como usa EBITDA, ignora o desgaste de máquinas e prédios — pode parecer barato em negócios que reinvestem pesado.
Por que importa
É o múltiplo que socorre quando o P/L não serve: empresas em crescimento que ainda lucram pouco ou nada.
Como ler
Abaixo de 3x é comum em empresas em expansão. Só faz sentido comparando empresas bem parecidas.
Cuidado
Receita não é lucro: dá para faturar muito e queimar caixa. Use sempre junto com as margens.
Por que importa
Resolve uma dúvida comum: aquele P/L “alto” se justifica? Empresa que cresce rápido pode valer um preço maior.
Como ler
Abaixo de 1 sugere ação barata para o tanto que ela cresce; acima de 2 costuma indicar otimismo esticado no preço.
Cuidado
Depende de uma projeção de crescimento que pode não se realizar — lixo entra, lixo sai.
Por que importa
É a renda passiva que pinga na sua conta sem você vender a ação — o foco de quem investe pensando em renda.
Como ler
Acima de 4% ao ano é atrativo. Empresas maduras e estáveis costumam pagar mais; empresas em crescimento, quase nada (e tudo bem).
Cuidado
Yield altíssimo (10%+) pode ser armadilha: às vezes o preço desabou porque o negócio piorou, ou foi um dividendo extraordinário que não se repete.
Por que importa
Revela o perfil da empresa: distribuidora de renda (payout alto) ou reinvestidora que busca crescer (payout baixo).
Como ler
De 30% a 70% é equilibrado. Acima de 80% sobra pouco para crescer; muito baixo pode frustrar quem busca renda hoje.
Cuidado
Payout acima de 100% significa que distribuiu mais do que lucrou — insustentável se virar hábito.
Por que importa
Diz se a empresa está vendendo cada vez mais — o primeiro sinal de um negócio em expansão.
Como ler
Acima de 8% ao ano é expressivo. O piso de respeito é crescer acima da inflação — abaixo disso, a empresa está encolhendo de verdade.
Cuidado
Crescer venda sem crescer lucro não adianta. Olhe a receita junto com o crescimento do lucro.
Por que importa
É o que mais pesa para o sócio no longo prazo: empresa que cresce o lucro tende a valer mais com o tempo.
Como ler
Acima de 10% ao ano é ótimo. O ideal é o lucro crescer junto (ou mais) que a receita — sinal de que a empresa ficou mais eficiente.
Cuidado
Pode ser distorcido por um ano-base ruim (parece ter crescido muito só porque o ano anterior foi péssimo).
Por que importa
É o caixa que pode virar dividendo, abater dívida ou bancar crescimento. Muito mais difícil de “maquiar” que o lucro contábil.
Como ler
Positivo e crescente é o ideal. Quem gera caixa livre tem liberdade; quem não gera vive pedindo dinheiro emprestado.
Cuidado
Pode ficar negativo num ano de investimento pesado — o que até pode ser bom, se o investimento der retorno depois.
Por que importa
Mostra o retorno real, em dinheiro, que a empresa produz para quem compra a ação hoje — uma versão mais “dura” do dividend yield.
Como ler
Acima de 5% é atrativo. Quanto maior, mais caixa a empresa entrega para cada real que você paga por ela.
Cuidado
Um único ano pode enganar (um investimento grande ou a venda de um ativo). Olhe a média de alguns anos.
Por que importa
Revela se a empresa “faz o dinheiro girar” ou se tem muito ativo parado rendendo pouco.
Como ler
Acima de 0,5x é positivo. Varejo gira rápido (alto); indústria pesada gira devagar (baixo) — compare dentro do setor.
Cuidado
Giro alto com margem baixa (varejo) e giro baixo com margem alta (marca) podem dar o mesmo retorno — um não é melhor que o outro sozinho.
Por que importa
Quanto menor, menos capital de giro a empresa precisa — sobra mais dinheiro livre para outras coisas.
Como ler
Abaixo de 60 dias é eficiente. Negativo é excelente: a empresa recebe antes de pagar (o segredo de muitos varejistas).
Cuidado
Ciclo crescendo pode ser estoque encalhado ou cliente atrasando pagamento — vale investigar.
Os grandes grupos que formam a Nota de 0 a 10.
Por que importa
É a maior fatia da Nota porque rentabilidade alta e constante é o coração de um bom negócio.
Como ler
Notas altas aqui indicam uma empresa que sabe transformar capital e receita em lucro de verdade.
Por que importa
Empresa que cresce o lucro de forma consistente tende a valer mais no futuro.
Como ler
Nota boa aqui significa um negócio em expansão, não estagnado.
Por que importa
Dívida descontrolada é o que mais quebra empresa boa. Esta dimensão é o freio de segurança da Nota.
Como ler
Nota alta indica dívida sob controle; nota baixa é alerta de fragilidade financeira.
Por que importa
Lucro no papel é uma coisa; dinheiro em caixa é outra. Caixa forte é o que sustenta dividendos e crescimento.
Como ler
Nota boa aqui é sinal de empresa que gera dinheiro de verdade, não só lucro contábil.
Por que importa
Mesmo uma ótima empresa pode ser um mau investimento se você pagar caro demais por ela.
Como ler
Nota alta sugere preço camarada frente aos fundamentos; nota baixa, ação esticada.
Cuidado
É a dimensão que mais muda com o humor do mercado — varia conforme o preço do dia.
Por que importa
Empresa eficiente lucra mais com menos — aguenta melhor crises e concorrência.
Como ler
Nota boa indica operação enxuta e com bom poder de preço.
Por que importa
Para quem investe em renda, é a dimensão que mais importa.
Como ler
Nota alta combina bom rendimento com um payout que não compromete o futuro da empresa.
Por que importa
Garante que a empresa consegue pagar as contas do dia a dia sem aperto.
Como ler
Nota boa aqui é tranquilidade de curto prazo; nota baixa, risco de aperto de caixa.
Por que importa
Lucro constante vale mais que um lucro alto e instável — é o que separa empresa sólida de aposta.
Como ler
Nota alta é sinal de empresa que entrega de forma previsível, ano após ano.
Cuidado
Empresa com prejuízo em algum ano recente tem a Nota final limitada a 6,0, por mais altos que sejam os outros números.
O que cada agente de IA investiga na página da empresa.
Por que importa
É o ponto de partida — entender o negócio antes de olhar qualquer número.
Como ler
Procure a tese central: o motivo de a empresa existir e crescer, em uma frase.
Por que importa
Boa empresa pelo preço errado vira mau negócio. Este agente cuida do “quanto custa”.
Como ler
Olhe o veredito (cara/justa/barata), o preço-alvo e o potencial de valorização (upside).
Cuidado
“Barata” não é sinônimo de boa compra — pode estar barata porque o negócio está piorando (a armadilha do value trap).
Por que importa
É o boletim mais recente da empresa — mostra se ela vem entregando ou decepcionando.
Como ler
Repare na tendência das margens e na consistência do lucro, não só no número de um trimestre.
Por que importa
Uma empresa só é boa em comparação. Líder de setor forte é diferente de retardatária em setor difícil.
Como ler
Veja se a empresa é líder, desafiante ou seguidora — e se o setor como um todo está crescendo.
Por que importa
Investir é sobre o futuro. Este agente tenta enxergar a tendência, não só o retrovisor.
Como ler
Trate como cenário, não certeza: são caminhos prováveis com base no histórico.
Cuidado
Projeção é estimativa — o futuro pode desmentir. Vale mais como direção do que como número exato.
Por que importa
É o exame que diz se a empresa aguenta crises ou se vive no limite.
Como ler
Empresa saudável tem dívida sob controle, gera caixa e tem fôlego para pagar suas contas.
Por que importa
Nenhuma empresa vive isolada. O ambiente econômico empurra a favor ou contra.
Como ler
Veja se a empresa é favorecida ou prejudicada pelo momento de juros e câmbio.
Por que importa
A melhor ação do mundo pode não combinar com os seus objetivos e o seu apetite a risco.
Como ler
Pense em perfil e diversificação: a ação complementa o que você já tem ou concentra mais risco?
Por que importa
É onde tudo se junta: a conclusão geral em vez de oito análises soltas.
Como ler
Comece por aqui para ter o panorama; depois mergulhe nos agentes que mais te interessam.
Cuidado
Mesmo consolidada, é uma leitura gerada por IA e informativa — não é recomendação de compra ou venda.
A bolsa brasileira, os órgãos e os termos do dia a dia.
Por que importa
É o lugar onde você efetivamente vira sócio de uma empresa comprando suas ações.
Por que importa
É ela que obriga as empresas a divulgar seus números e protege o investidor de fraudes.
Cuidado
Por regra da CVM, nenhuma análise aqui pode dizer “compre” ou “venda” — só informar.
Por que importa
É a referência para saber se “a bolsa subiu ou caiu” no dia — e para comparar o seu resultado.
Por que importa
Define boas práticas e certificações de quem cuida do seu dinheiro.
Por que importa
São a fonte oficial dos números que alimentam toda a análise fundamentalista.
Por que importa
É por ele que você encontra e negocia a ação. O número no fim indica o tipo (3 = ordinária, 4 = preferencial).
Por que importa
É onde a empresa fala oficialmente com o acionista — releases, apresentações e fatos relevantes.
O básico de ser sócio de uma empresa pela bolsa.
Por que importa
É a forma de o seu dinheiro crescer junto com bons negócios, em vez de ficar parado.
Cuidado
Como sócio, você também participa dos prejuízos: o preço pode cair e o investimento não tem garantia.
Por que importa
Preço é o que você paga; valor é o que você leva. Comparar os dois ajuda a enxergar se a ação está cara ou barata em relação ao que a empresa entrega.
Como ler
Se o preço está bem abaixo do valor estimado, pode haver uma oportunidade (a famosa “margem de segurança”). Se está bem acima, o mercado pode estar pagando caro por expectativa.
Cuidado
É uma estimativa, não um número exato: cada método (fórmula de Graham, fluxo de caixa descontado…) chega a um valor diferente, e todos dependem de premissas que podem não se confirmar. Use como bússola, nunca como certeza — e jamais como recomendação de compra ou venda.
Por que importa
É renda passiva: dinheiro que cai na sua conta só por ser sócio, sem precisar vender a ação.
Por que importa
Na prática chega como renda na sua conta, só com tributação diferente da dos dividendos.
Por que importa
É um jeito de investir em imóveis com pouco dinheiro e receber aluguel sem ter o trabalho de um imóvel próprio.
Por que importa
Com uma única compra você se diversifica em dezenas de empresas — simples para quem está começando.
Por que importa
Indica o porte: empresas gigantes (blue chips) tendem a ser mais estáveis; as menores, mais arriscadas e voláteis.
Como a plataforma calcula e exibe as coisas.
Por que importa
Resume em segundos a qualidade dos fundamentos históricos, para você comparar empresas com menos achismo.
Como ler
Quanto maior, mais sólida a empresa se mostrou ao longo do tempo. Pesa mais o que importa mais (rentabilidade, crescimento, dívida e caixa).
Cuidado
Empresa com prejuízo em algum ano recente tem a nota limitada a 6,0. E a Nota não é recomendação de compra ou venda.
Por que importa
Lucro repetido trimestre após trimestre é sinal de negócio firme, não de sorte.
Como ler
▲ lucro com margem subindo · ● lucro estável · ▼ lucro com margem caindo forte · ● vermelho é prejuízo. 8/8 é nota 10.
Cuidado
Aqui “margem” é a margem líquida (lucro ÷ receita).
Por que importa
É o teste de resistência: o que conta não é lucrar num ano bom, é não quebrar nas crises.
Como ler
5/5 anos significa que a empresa atravessou todos eles sem prejuízo.
Por que importa
Define o que combina com você: investir contra o próprio perfil costuma terminar em decisões ruins na hora errada.