Síntese Executiva · a leitura consolidada dos 8 agentes
Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
Veredito dos agentes
Visão geral
Os 8 agentes convergem sem dissonância para VENDER — caso raro de unanimidade que, por si só, é o sinal. Braskem é petroquímica de commodity no pior momento do ciclo global em décadas, e os números de Q2/2026 desenham uma estrutura de capital em colapso, não um ativo barato: patrimônio líquido de -R$ 15,7 bi (negativo há sete trimestres seguidos, desde -R$ 966 mi em 2024T2), margem líquida de -15,50% e CAGR de receita de -10,56%. Quando o PL é negativo, múltiplos como P/L de -1,0x e P/VP de -0,6x perdem qualquer leitura tradicional — não há 'desconto', há erosão. A única âncora de preço que ainda funciona é EV/Receita, e mesmo ela aponta para baixo. A R$ 9,24 (2026-06-09), o mercado precifica um resgate societário/reestruturação, não fundamento operacional.
Não é desconto, é destruição de valor: Braskem queima caixa (FCF de -R$ 9,2 bi em 2026T1, pior da série) sobre um patrimônio já negativo de -R$ 15,7 bi, e só sobrevive porque reperfila dívida — comprar aqui é comprar uma opção sobre reestruturação, não uma ação.
Enquadramento de valuation
Com PL negativo, P/L (-1,0x) e P/VP (-0,6x) são inutilizáveis — restam EV/Receita e a leitura de risco de crédito. O EV/EBITDA de 61,8x (Q2/2026) sobre EBITDA marginal não sustenta o preço; a faixa de preço-alvo dos agentes (R$ 6,20 a R$ 6,80, centro R$ 6,50) reflete um enquadramento de ativo distressed, não de going concern saudável. Contra os R$ 9,24 de mercado (2026-06-09), isso é downside de ~29,65%. Rating: VENDER, preço-alvo R$ 6,50, upside -29,65%. Para perfil arrojado, no máximo uma posição tática minúscula como aposta em reestruturação — ciente de que pode perder tudo. Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
Mapa de risco consolidado
Insolvência patrimonial e alavancagem pré-falimentar
PL negativo de -R$ 15,7 bi (Q2/2026) com dívida líquida de R$ 93,5 bi e DL/EBITDA de 39,6x (2026T1) — picos de 124,9x em 2025T3. A estrutura só se mantém por rolagem de dívida; qualquer fechamento de janela de crédito é existencial.
Queima de caixa estrutural, não pontual
FCF negativo em TODOS os trimestres da série, agravando para -R$ 9,2 bi (2026T1); caixa caiu de R$ 10,5 bi (2025T4) para R$ 4,7 bi (2026T1) e caixa operacional foi -R$ 4,2 bi. O FCF yield de -144,8% mostra que a operação consome valor de mercado a cada trimestre.
Spread petroquímico exógeno e adverso
Margem bruta comprimida a 2,02% (Q2/2026) vs. 7,8% em 2024T3 — excesso de capacidade chinesa e do Oriente Médio derruba resina enquanto a Braskem, importadora de nafta cara, está no lado errado da curva de custo. O motor de recuperação é o ciclo, que a empresa não controla.
Sensibilidade macro tripla (juros, câmbio, custo)
Despesas financeiras de -R$ 1,7 bi/trimestre (2026T1) sobre margem operacional de -5,70% (Q2/2026); dívida dolarizada e duration altíssima tornam o papel refém simultâneo de Selic, dólar e nafta — alavancado em todas as variáveis exógenas ao mesmo tempo.
Liquidez de curto prazo apertada
Liquidez corrente de 0,71 (Q2/2026, abaixo de 1) e liquidez seca despencando para 0,40 (2026T1) vs. 1,03 em 2023T3; passivo circulante saltou para R$ 36,9 bi enquanto o caixa minguou — risco real de aperto no capital de giro.
Em resumo
A Braskem está num dos piores momentos da sua história: deve muito mais do que vale (patrimônio negativo de -R$ 15,7 bi), queima caixa todo trimestre (-R$ 9,2 bi no 1T/2026) e vende plástico num momento em que o preço da resina está no chão (margem bruta de só 2% no 2T/2026). Os 8 analistas, sem exceção, dizem VENDER. O preço de R$ 9,24 só se sustenta na aposta de que alguém vai socorrer a empresa — não no resultado dela. Preço-alvo R$ 6,50 (queda de ~30%). É papel de aposta, não de investimento. Gerado por IA. Não é recomendação CVM. Faça sua própria análise.