Agente · Saúde Financeira
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O balanço é o elo fraco da SBF: dívida líquida de R$ 2,9 bi com DL/EBITDA subindo para 3,6x (Q1/2026), liquidez seca de 0,72 e — o sinal mais grave — cobertura de juros do trimestre abaixo de 1,0x, com EBIT de R$ 137 mi contra despesa financeira de R$ 152 mi.
Estrutura de capital (DL/EBITDA, DL/PL + série)
A dívida líquida subiu para R$ 2,9 bi (Q1/2026), elevando o DL/EBITDA para 3,6x — o pior patamar desde o início de 2024 e em deterioração frente aos 2,5x do Q4/2024. O DL/PL de 0,9x (Q1/2026) mostra dívida líquida quase igual a todo o patrimônio de R$ 3,1 bi. E daí? A empresa realavancou-se: o DL/EBITDA andou de 2,5x (Q4/2024) para 3,6x (Q1/2026) em cinco trimestres — uma piora de capital structure que, num varejista cíclico, reduz a margem de manobra perigosamente.