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Os drivers apontam para estabilização, não retomada: receita estagnada (CAGR -0,23%), lucro ainda em queda acentuada (CAGR lucro -52,1% em 2026T1) e spread ROIC-WACC negativo. O modelo só vira com alavancagem operacional sobre volume — variável exógena ao controle da empresa.
Drivers de crescimento
Os três drivers são volume (utilização de capacidade), preço/mix (peso da Deca, mais rentável) e custo de madeira/insumos. Hoje todos jogam contra ou neutros: receita travada em ~R$ 2,0 bi/trimestre desde 2024, margem EBITDA descendo de 29,6% (2024T1) para 25,2% (2026T1). O único driver acionável internamente é mix — empurrar Deca e produtos de maior valor agregado. E daí? Sem o driver de volume (exógeno, depende de juros/construção), o crescimento orgânico está limitado a otimização de mix, que move a margem em décimos, não em pontos.