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Q1/2026 entregou EBITDA forte (R$ 828 mi, margem 17,3%) mas fechou no vermelho (-R$ 0,073/ação) porque os R$ 906 mi de juros engoliram tudo. Operação melhora, lucro não chega — é o retrato do trimestre.
Último trimestre: o que entregou
Receita de R$ 11,1 bi, lucro bruto de R$ 2,5 bi e EBIT de R$ 629 mi — operacionalmente o melhor trimestre em margem desde 2023, com margem operacional saltando para 8,4% (vs. 2,2% em 2025T1). Mas a despesa financeira de R$ 906 mi transformou EBIT positivo em prejuízo líquido implícito por ação de -R$ 0,073, apesar de um lucro líquido reportado de R$ 148 mi (impactado por linhas não-operacionais). E daí? A operação girou bem; a estrutura de capital comeu o resultado.