Agente · Saúde Financeira
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Alavancagem é o calcanhar de Aquiles: dívida bruta de R$ 32-33 bi e DL/EBITDA ~3,8x no 1T26 — a despesa financeira de -R$ 1,4 bi já é sinal de alerta. Saúde frágil, não crítica.
Estrutura de capital (DL/EBITDA, DL/PL + série)
A dívida líquida subiu de R$ 14,0 bi (2023T4) para R$ 28,2 bi (1T26) — dobrou em dois anos. O DL/EBITDA está em 3,8x no 1T26 (pico de 4,8x no 4T25), patamar desconfortável para um negócio de margem fina. O DL/PL reportado de 0,8x no Q2/2026 contrasta com 1,5x no 1T26 — atenção: essa queda abrupta merece ceticismo, dado que o patrimônio líquido CAIU de R$ 18,5 bi (1T26) para R$ 16,5 bi (Q2/2026). E daí? A alavancagem sobre EBITDA é o número que importa, e a 3,8x está no limite do que considero saudável para distribuição de combustível.