Agente · Precificação
Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
Ignore o P/L de manchete de 2.782x — sobre LPA 12 meses de R$ 1,80, TIMS3 negocia a ~12,4x lucro, desconto de ~13% ao próprio histórico de 14,2x, com DY de 6,33% pagando para esperar. Preço-alvo R$ 25,50, upside de 14% sobre R$ 22,36. Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
Múltiplos atuais
O snapshot Q2/2026 imprime P/L de 2.782,7x, EV/EBITDA de 278,5x e EV/Receita de 131,3x — números matematicamente impossíveis para uma empresa que lucrou R$ 817 mi num trimestre (2026T1): são múltiplos calculados sobre resultado trimestral isolado colapsado, não sobre base anualizada. A reconciliação honesta: LPA acumulado de R$ 1,80 (Q2/2026) contra preço de R$ 22,36 dá P/L efetivo de ~12,4x; P/VP de 2,2x (Q2/2026) e DY de 6,33% (Q2/2026) completam o quadro real. E daí? Quem olhar o screener vai fugir do papel pelo motivo errado — a distorção do print é a própria oportunidade.
Múltiplos vs. próprio histórico
O papel rodou P/L estável em 14,2x ao longo de 2025 inteiro (2025T1–T4) e 15,5x em 2023T3; o EV/EBITDA limpo oscilou entre 3,5x (2023T3) e 8,1x (2025), e o P/VP comprimiu de 2,7x (2025) para 2,2x (Q2/2026) — de-rating de ~19% no book sem deterioração patrimonial (PL estável em R$ 24,4 bi). E daí? A 12,4x lucro normalizado vs. média própria de ~14,2x, o mercado já embutiu o tombo do lucro reportado; o risco de de-rating adicional é limitado pelo dividendo.
Múltiplos vs. setor/pares
Telecom integrada na B3 historicamente negocia em EV/EBITDA mid-single-digit — a própria TIM transitou de 3,5x (2023T3) a 8,1x (2025), e é nessa régua que o papel deve ser julgado, não no print contaminado. P/VP de 2,2x para um negócio de ROE normalizado de ~14% (2025T4) implica earnings yield sobre book na casa de 6-7%, coerente com utility regulada. E daí? TIMS3 não está cara contra a régua setorial; está mal fotografada — quem comparar print contra print de pares vai concluir errado.
O que o preço de hoje embute
A R$ 22,36, com LPA de R$ 1,80 e DY de 6,33% (Q2/2026), o mercado precifica crescimento real de lucro próximo de zero em perpetuidade — earnings yield de ~8% mais dividendo cobrindo o custo de oportunidade quase integralmente via distribuição. Em outras palavras: o preço atual paga pelo negócio que existe e dá de graça qualquer normalização da última linha. E daí? O risco-retorno é assimétrico para cima: se o lucro trimestral apenas voltar ao padrão de 2025, o re-rating é mecânico.
Enquadramento de valor (faixa + preço-alvo)
Âncora: LPA 12m de R$ 1,80 × P/L histórico de 14,2x (média 2025) = R$ 25,56; arredondo o alvo para R$ 25,50. Cenário pessimista (P/L 12,5x, lucro estagnado) dá piso de ~R$ 22,50 — praticamente o preço de tela; cenário otimista (P/L 15,5x de 2023T3 com lucro normalizando) estica a R$ 27,90. Faixa de valor justo: R$ 22,50–27,90, alvo central R$ 25,50, upside de 14,0% sobre R$ 22,36, mais 6,33% de yield no caminho. E daí? Retorno total potencial de ~20% em 12 meses com downside protegido pelo dividendo — é COMPRAR de carrego, não de explosão.
▼ Riscos
Lucro trimestral não renormalizar
Se a margem líquida de 4,72% (Q2/2026) virar o novo padrão, o P/L 'real' deixa de ser 12,4x e o alvo cai junto.
De-rating de bond-proxy
P/VP já caiu de 2,7x (2025) para 2,2x (Q2/2026); juro alto prolongado segura múltiplo de papel de dividendo.
▲ Oportunidades
Re-rating mecânico pós-normalização
Volta do lucro ao padrão 2025 recompõe P/L de tela e elimina a poluição do screener que afasta o investidor quantitativo.
Yield de 6,33% paga a espera
DY no topo da série recente (vs 0,9% em 2024T3) ancora o piso do papel.