Agente · Saúde Financeira
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O balanço é o calcanhar de Aquiles da tese: alavancagem de 3,5x DL/EBITDA num ciclo de juros altos, dívida bruta em máxima histórica de R$ 48,5 bi e FCF negativo financiando dividendo extraordinário. Liquidez corrente conforta, geração de caixa não.
Estrutura de capital
A dívida líquida saltou de R$ 30,2 bi (2025T1) para R$ 43,1 bi (2026T1) e a dívida bruta atingiu R$ 48,5 bi (2026T1), máxima da série. O DL/EBITDA está em 3,5x (2026T1), tendo melhorado de 4,9x (2023T2) graças ao EBITDA crescente, mas voltou a subir desde os 3,1x de 2025T1. E daí? A desalavancagem virou r(re)alavancagem nos últimos trimestres — a empresa tomou dívida enquanto distribuía caixa, e 3,5x é um patamar que não deixa margem para erro com a Selic onde está.