Agente · Saúde Financeira
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A alavancagem é o calcanhar de Aquiles: DL/EBITDA de 4,5x e dívida líquida de R$ 1,1 bi pressionam um resultado que mal cobre os juros. A liquidez segura o curto prazo, mas o perfil de crédito é frágil enquanto a Selic estiver alta.
Estrutura de capital (DL/EBITDA, DL/PL + série)
O balanço é alavancado e voláti: DL/EBITDA de 4,5x (Q1/2026) é alto para serviços industriais e a série oscilou perigosamente — chegou a 6,4x (2024T3) e 6,0x (2025T4). A dívida líquida saltou de R$ 462 mi (2023T2) para R$ 1,1 bi (Q1/2026), mais que dobrando, enquanto o PL cresceu menos (de R$ 239 mi para R$ 622 mi). O DL/PL de 1,8x significa que a empresa deve quase o dobro do próprio patrimônio. E daí? O nível de 4,5x é a fronteira do desconfortável — qualquer queda de EBITDA joga o índice de volta para 5–6x e acende alerta de covenants.