Agente · Precificação
Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
A R$ 9,35, MOVI3 negocia a EV/EBITDA de 5,6x — barato no múltiplo de empresa, mas o P/L de 14,0x e P/VP de 1,7x dizem que o EQUITY já não está barato. Faixa de valor justo R$ 9,50–12,50, alvo-âncora R$ 11,00 (+17,6%).
Múltiplos atuais (P/L, P/VP, EV/EBITDA, DY)
Os múltiplos contam histórias contraditórias por causa da alavancagem. EV/EBITDA de 5,6x (Q1/2026) parece um pechincha; mas P/L de 14,0x está caro para uma empresa de margem líquida de 2,4%, e P/VP de 1,7x é prêmio. O dividend yield de 1,1% é irrelevante. E daí? O EV barato e o P/L caro são a MESMA coisa vista de ângulos diferentes: a dívida de R$ 28,0 bi infla o EV e esmaga o lucro — quem compra a ação compra o sliver de equity, e esse sliver não é barato a 14x lucro.
Múltiplos vs. próprio histórico
O EV/EBITDA de 5,6x está NO PISO da própria série (média ~6,2x entre 2023-2024, topo de 7,1x em 2023T4) — há um de-rating de múltiplo de EV em curso. Já o P/VP de 1,7x está perto da MÁXIMA recente, tendo saído de 0,6x no fundo de 2024T4. E daí? O mercado comprimiu o múltiplo de firma (medo da dívida) mas re-ratou o equity (aposta no turnaround) — a ação já precifica boa parte da recuperação de ROE, o que limita o re-rating adicional do papel.
Múltiplos vs. setor/pares
Contra a líder do setor, a Movida historicamente negocia com desconto de EV/EBITDA por carregar alavancagem maior e histórico de prejuízo recente (2023-2024). O EV/Receita de 2,2x (Q1/2026) está em linha com a média da própria série, sem distorção. E daí? O desconto vs. par é MERECIDO enquanto o ROIC de 7,2% e o DL/PL de 9,2x não convergirem para os da líder — não é desconto a ser arbitrado, é desconto de risco de balanço.
O que o preço de hoje embute
A R$ 9,35 com EV/EBITDA de 5,6x sobre EBITDA anualizado de ~R$ 6,2 bi, o preço embute manutenção da margem EBITDA recorde (39,7%) E desalavancagem gradual, mas NÃO embute um corte agressivo de Selic. O PEG de 3,12 é o alerta: paga-se 3,1x crescimento, caro demais para um CAGR de lucro de só 4,5%. E daí? O preço de hoje já reflete o operacional bom; o que ainda NÃO está no preço é o alívio macro — é por isso que é MANTER e não COMPRAR.
Enquadramento de valor (faixa de valor justo + preço-alvo)
Aplicando EV/EBITDA mid-cycle de ~5,9x (entre o piso atual de 5,6x e a média histórica de 6,2x) sobre EBITDA forward de ~R$ 6,5 bi, chega-se a EV ~R$ 38 bi; descontada a dívida líquida de R$ 28,0 bi, o equity vale ~R$ 6,0 bi, ou R$ 11,00/ação. A faixa é larga e violenta justamente porque o equity é fino: a 5,6x o alvo cai a ~R$ 9,5; a 6,2x sobe a ~R$ 12,5. E daí? Preço-alvo R$ 11,00 (+17,6% sobre R$ 9,35), faixa justa R$ 9,50–12,50; MANTER — o upside existe mas é uma função quase derivada da Selic, não da operação. Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
▼ Riscos
Equity-sliver de alta sensibilidade
Com PL de R$ 3,1 bi vs dívida de R$ 28,0 bi, uma queda de 0,5x no EV/EBITDA derruba o valor justo do equity ~30%.
PEG de 3,12 caro
Paga-se 3,1x crescimento para um CAGR de lucro de apenas 4,5% (Q1/2026) — pouca margem de segurança no múltiplo.
▲ Oportunidades
EV/EBITDA no piso histórico
5,6x (Q1/2026) vs topo de 7,1x — re-rating de múltiplo de firma daria alavanca dupla sobre o equity fino.
Convergência ao par
Fechar o desconto de múltiplo vs. a líder, conforme ROE de 11,9% amadurece, é gatilho de reprecificação.