Agente · Saúde Financeira
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Balanço sólido e líquido — DL/EBITDA de 1,3x e caixa de R$ 376 mi dão fôlego confortável — mas há um sinal amarelo afiado: a cobertura de juros afinou para ~1,2x no trimestre, porque o EBIT despencou enquanto a dívida cresceu. Crédito saudável, mas com a folga encolhendo.
Estrutura de capital (DL/EBITDA, DL/PL + série)
A alavancagem subiu de forma controlada: DL/EBITDA passou de virtualmente zero (-0,0x no 1T24) para 1,3x no 1T26, e a dívida líquida saiu de praticamente nula para R$ 279 mi. O DL/PL de 0,4x ainda é conservador. Mas atenção à composição do movimento: o múltiplo subiu tanto porque a dívida cresceu (dívida bruta de R$ 317 mi para R$ 655 mi) quanto porque o EBITDA caiu. E daí? A alavancagem em si é baixa e gerenciável, mas dobrou de patamar em dois anos puxada por mais dívida E menos geração — a tendência importa mais que o nível.