Síntese Executiva · a leitura consolidada dos 8 agentes
Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
Veredito dos agentes
Visão geral
GMAT3 é o caso clássico de bom negócio a preço de liquidação: o Grupo Mateus, líder do varejo alimentar do Nordeste/Norte, segue compondo receita a 22,56% (CAGR Q2/2026) com ROE de 15,83% e ROIC de 10,88% (Q2/2026) — retorno acima do custo de capital — enquanto o mercado o precifica a 5,9x lucro e 4,3x EV/EBITDA (Q2/2026), múltiplos que despencaram de 13,2x e 7,8x um ano antes (2025T2). O papel negocia a 0,9x valor patrimonial (PVP Q2/2026), ou seja, abaixo do próprio livro. Dos 8 agentes, 6 cravam COMPRAR e 2 (Resultados e Macro) pedem MANTER — a divergência não é sobre a qualidade do ativo, e sim sobre o timing: a margem operacional encolheu para 4,99% (Q2/2026) vindo de 6,9% (2025T2) e a Selic alta segura o re-rating. A tese vence porque o desconto é grande demais e o balanço blinda o risco de baixo.
Crescimento de dois dígitos a preço de valor, com balanço de fortaleza — paga-se 0,9x o patrimônio (PVP Q2/2026) por uma rede que ainda cresce 22,56% ao ano e gera caixa, e o único calo é a margem, não a solvência.
Enquadramento de valuation
O enquadramento reconcilia as lentes em torno de R$ 5,20. Pela ótica de múltiplos, mesmo uma re-precificação modesta para ~7,5–8x lucro (ainda abaixo dos 13x históricos de 2024–2025) sobre um LPA de R$ 0,78 (Q2/2026) leva o papel à casa de R$ 5,10–5,30 — exatamente onde os agentes de Precificação, Setorial e Carteira convergem (R$ 5,30) e logo acima do piso defensivo de Macro (R$ 5,10) e Resultados (R$ 5,20). O EV/EBITDA de 4,3x e o FCF yield de 10,4% (2026T1) reforçam que há gordura de segurança no preço atual de R$ 4,02, e o dividend yield de 4,17% (Q2/2026) paga a espera. Adoto R$ 5,20 como faixa central — média ponderada das oito lentes que desconta a compressão de margem — para um upside de ~29,4% sobre R$ 4,02, com dividendos por cima. Rating COMPRAR com convicção, perfil moderado a arrojado. Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
Mapa de risco consolidado
Compressão de margem operacional
A margem operacional caiu de 6,9% (2025T2) para 4,99% (Q2/2026) e a EBITDA recuou para 6,8% (2026T1) vs 8,0% (2025T3) — topline forte que não chega à última linha aperta a tese de qualidade do lucro apontada pelo agente de Resultados.
Lucro e patrimônio recuando na margem
O lucro líquido despencou de R$ 847 mi (2025T3, atípico) para R$ 191 mi (2026T1) e o patrimônio caiu de R$ 12,0 bi (2026T1) para R$ 10,9 bi (Q2/2026) — o ROE de 15,83% parece alto em parte porque a base patrimonial encolheu, não só porque o lucro cresceu.
Selic alta e custo da dívida
As despesas financeiras subiram para -R$ 310 mi (2026T1) vindo de -R$ 167 mi (2023T2); juro alto pressiona o múltiplo de uma ação de crescimento e encarece o capital de giro mesmo com alavancagem baixa — é o argumento de MANTER do agente Macro.
Em resumo
O Grupo Mateus (GMAT3) é uma rede de supermercados líder no Nordeste/Norte que ainda cresce ~22% ao ano, quase não tem dívida (DL/PL 0,1x) e mesmo assim está barata na bolsa: vale 5,9x o lucro e 0,9x o patrimônio (Q2/2026) — abaixo do próprio valor de livro. O ponto de atenção é a margem, que apertou (operacional caiu de 6,9% para 4,99% no ano), e o juro alto que segura o preço. Mesmo assim, o desconto é grande e o balanço é forte: enxergamos valor justo em R$ 5,20, contra R$ 4,02 hoje (~29% de alta), ainda com dividendo de 4,17% no caminho. Gerado por IA. Não é recomendação CVM. Faça sua própria análise.