Agente · Saúde Financeira
Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
O ponto cego da tese: a dívida bruta dobrou para R$ 2,0 bi e a líquida saltou para R$ 1,4 bi no 1T26, levando a alavancagem de ~1,5x para ~2,4x EBITDA — a liquidez ainda é confortável, mas a trajetória de endividamento é o maior risco do papel. Gerado por IA. Não constitui recomendação de valores mobiliários nos termos da regulação CVM. Faça sua própria análise.
Estrutura de capital (DL/EBITDA, DL/PL + série)
A dívida líquida escalou de forma contínua: R$ 605 mi (2T24) → R$ 788 mi (2T25) → R$ 865 mi (4T25) → R$ 1,4 bi (1T26), enquanto a dívida bruta saltou de R$ 1,1 bi para R$ 2,0 bi em um único trimestre (4T25→1T26). Isso leva DL/EBITDA de ~1,5x para ~2,4x (sobre EBITDA TTM de ~R$ 587 mi) e DL/PL para ~1,17x sobre PL de R$ 1,2 bi. E daí? A alavancagem ainda não é perigosa em termos absolutos para crédito, mas a velocidade da subida — quase dobrar a dívida bruta num trimestre — é a bandeira amarela que pesa no rating; precisa ser funding de carteira, não rolagem cara.