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O Q1/2026 mostrou um lucro líquido de R$ 792 mi com receita resiliente de R$ 3,4 bi, mas a fotografia de dois anos é de erosão clara: margem líquida caiu de 41% para 21% e o lucro trimestral encolheu ~25% desde o pico. A boa notícia esconde-se no caixa: o FCF virou positivo em R$ 2,7 bi.
Último trimestre: o que entregou
No Q1/2026 a Engie entregou receita líquida de R$ 3,4 bi (estável no topo histórico), EBIT de R$ 1,9 bi, EBITDA de R$ 2,2 bi e lucro líquido de R$ 792 mi — uma leve recuperação sequencial sobre os R$ 726 mi do 2025T4. A margem bruta foi de 46,8% e a margem líquida de 21,3%. O resultado é decente em receita e caixa, mas o lucro segue ~25% abaixo do que a empresa gerava em 2024. E daí? Não houve guinada — houve estabilização num patamar de lucro estruturalmente mais baixo.