Agente · Saúde Financeira
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O balanço é o ponto mais forte da tese: a Azzas desalavancou agressivamente pós-fusão (DL/EBITDA de 5,5x para 2,3x, DL/PL a 0,3x) e a liquidez corrente subiu a 2,20. Risco de crédito baixo e em queda — o estresse foi no pico da integração, não agora.
Estrutura de capital (DL/EBITDA, DL/PL + série)
A trajetória de desalavancagem é a história mais positiva do papel. A dívida líquida/EBITDA explodiu para 5,5x (2024T4) no auge do estresse da fusão (EBITDA negativo de -R$ 42 mi naquele trimestre distorceu o ratio), e desde então desabou de forma disciplinada: 4,7x (2025T1), 3,2x (2025T2), 2,9x (2025T3), 2,3x (2026T1). O DL/PL caiu de 0,8x (2024T2) para confortáveis 0,3x (Q2/2026). E daí? A empresa saiu da zona de perigo de alavancagem para um patamar conservador em apenas 5 trimestres — um balanço a 2,3x EBITDA e 0,3x patrimônio não é o balanço de uma empresa em risco, é o de uma que já atravessou o pior da integração.