Agente · Saúde Financeira
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Crédito de incorporadora em juro alto: DL/EBITDA de 4,2x (Q1/2026) é alto em valor de face, a cobertura de juros de 1,7x no trimestre é desconfortável, e a empresa distribuiu R$ 100 mi (2025T4) com a alavancagem subindo. Liquidez de balanço robusta evita o sinal vermelho — mas não o amarelo.
Estrutura de capital
Dívida bruta de R$ 1,5 bi contra caixa de R$ 508 mi resulta em dívida líquida de R$ 970 mi (Q1/2026), ou DL/PL de 0,7x sobre patrimônio de R$ 1,5 bi. A série conta uma história em V invertido: DL/EBITDA caiu de 7,9x (2023T2) para 3,4x (2024T4) — desalavancagem genuína — e voltou a subir até 4,8x (2025T4), fechando em 4,2x no Q1/2026, com DL/PL refazendo o mesmo desenho (0,5x em 2024T4 → 0,7x agora). E daí? O ciclo de desalavancagem acabou em 2024; desde então a empresa voltou a tomar dívida para lançar e pagar dividendo, e fez isso com a Selic no topo — timing de crédito ruim, mesmo que a magnitude ainda seja administrável para o padrão do setor, onde parte relevante do funding é SFH colateralizado por obra.