Agente · Saúde Financeira
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A lente mais alarmante do dossiê. A dívida bruta dobrou para R$ 3,3 bi enquanto o EBITDA derreteu, levando a DL/EBITDA a 20,3x no 1T26 — território de estresse. A liquidez corrente alta mascara um balanço que financia dividendos com dívida e queima caixa há 11 trimestres.
Estrutura de capital (DL/EBITDA, DL/PL + série)
O alerta vermelho está na alavancagem por EBITDA: a DL/EBITDA explodiu de 2,2x (3T23) para 10,5x (3T25), 15,9x (4T25) e 20,3x (1T26) — não por dívida sozinha, mas porque o EBITDA dos 12 meses colapsou (EBITDA de só R$ 10 mi no 1T26). A DL/PL de 0,6x (2T26) parece confortável, mas é enganosa: caiu de 2,2x (1T26) não por quitar dívida, e sim porque o cálculo muda com a sazonalidade do caixa. A dívida bruta subiu de R$ 828 mi (4T24) para R$ 3,3 bi (1T26). E daí? Pela métrica que credor olha — dívida sobre geração — a empresa está perigosamente esticada.