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O Q2/2026 confirma a virada operacional — margem operacional de 28,52% e líquida de 19,43% reconstruídas —, mas o lucro ainda roda abaixo do pico de 2024 e a recuperação foi tanto de margem quanto de capital de giro; qualidade boa, mas ainda em prova.
Último trimestre: o que entregou
O Q2/2026 entregou margem operacional de 28,52% e margem líquida de 19,43%, contra o fundo de 14,6% e 11,0% de operacional/líquida no 2025T2 — recuperação de quase 14 pontos de margem operacional em um ano. A margem bruta voltou a 60,74%. No 2026T1, lucro líquido de R$ 347 mi e EBITDA de R$ 586 mi já sinalizavam normalização após o prejuízo de -R$ 141 mi no 2025T1. E daí? A operação está rodando de novo em regime normal; o trauma de 2025 ficou para trás na demonstração de resultado.