Agente · Resultados
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Os números trimestrais são limpos e recorrentes — margem alta, FCF gordo e capex baixo —, mas o lucro líquido oscila com a linha financeira e o ROE de 6,4% mostra que a entrega operacional ainda não se traduz em retorno excepcional.
Último trimestre: o que entregou
No último ponto fechado de demonstrações (2026T1), receita líquida de R$ 664 mi, EBITDA de R$ 566 mi (margem EBITDA de 74,6%), EBIT de R$ 416 mi e lucro líquido de R$ 267 mi (margem líquida de 32,5%). É um trimestre forte de operação: a margem EBITDA na casa dos 74% confirma o pricing power, e o lucro de R$ 267 mi vem acima do R$ 156 mi de 2025T3. A despesa financeira pesou R$ 279 mi, o maior dreno do resultado. E daí? Operacionalmente impecável — o lucro é gerado pelo aluguel, não por evento; a variabilidade vem da linha financeira (juros sobre passivos e marcação), e é aí que o investidor deve olhar trimestre a trimestre.